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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Post-Antihistamine Daze Writing

Acabei de ler em uma revista de 1 euro e 80 centavos de psicologia que escrever todo dia têm poderes terapêuticos...e me dei um tapa na mão mentalmente pois tenho deixado essa atividade muito de lado. Nem precisa ser aqui no blog, mas em geral, tenho deixado de lado esses preciosos minutos de escrever sobre tudo e qualquer coisa. 
O artigo diz que o mais importante dessa escrita, para ser terapêutica, é que ela integre suas emoções, pensamentos e qualquer outra coisa sobre o tema, especialmente as emoções negativas...Sei que nãoe stou muito coerente, perdoem-me, estou até aqui de medicação anti-gripe e anti-alérgica depois de trabalhar 12 horas e ainda ter que dar aula.

Ou seja, quero escrever sobre meu cansaço e a descoberta de que tudo tem limite. 
Sim...Não me arrependo de ter aceito esse novo desafio de tomar conta do "marketing" para o novo programa e também continuar com as minhas aulas nos horários mais esporádicos. Não me arrependo pois foi um ato de fé, de me jogar e de perder alguns medos. Foi importante. Agora chega. Não vale a pena enfrentar todo touro no meu caminho só pra provar ao mundo que não tenho medo. Eu já entendi algumas coisas. 
Então vou seguir adiante da melhor maneira possível e depois voltar a me dar alguns limites e luxos. Vou botar limite em ficar aqui o dia inteiro (ou seja, nada de 14 horas!!) e vou me dar o luxo de reservar tempo para fazer absolutamente nada se eu quiser. Ah! Que bênção essa permissão que estou me dando. 
Os extremos são importantes, nós aprendemos muito através do contraste. Precisamos da dor para apreciar o bem-estar, da solidão para valorizar as pessoas queridas, etc., etc...até do trabalho para apreciar o tempo "ocioso" e do tempo ocioso para valorizar o trabalho. 
Vou entender essa fase como parte deste aprendizado maluco que tem sido esses últimos anos e pronto. Nada de crise. Meu corpo vai se recuperar, nem que eu tenha que esperar até agosto. Até lá vamos dando nosso jeitinho e cada dia fica mais fácil. 
Obrigada, minha escrita, obrigada, minhas palavras...Mes amies!
Demain, je commence mes leçons de Français! Oooh lá lá! Je suis contente! :) Sera une chose pour moi seulment!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

My Method



ne me quitte pas me quitte paaaaaas

Estou engajada no meu experimento de auto-ensinamento e auto-aprendizagem de línguas.
Mantenho o espanhol e o italiano afiados com o mesmo exercício pelo qual me inicio no francês così lontano da minha realidade neurolinguística, mas gosto do desafio.
Já toquei um pouco no assunto do método mas agora defini mais, caso alguém queira se aventurar nesse experimento junto comigo.

1. Escolha um artigo de jornal na língua alvo...Entre online e procure. Escolha um artigo que te interesse por algum tema, se não fica ainda mais difícil e acredito que se tiver o afetivo envolvido, a motivação é outra e a assimilação também.

2. Leia uma vez sem grandes pretensões e tente captar a idéia geral. Depois escreva as palavras ou expressões que você não conhece e procure. Eu também incluiría a seguinte dica: pesquise o tema em qualquer língua, na sua se quiser, se você não tem tanta familiaridade com ele, pois isso coloca o artigo em contexto e ajuda muito.

3. Depois, procure algum vídeo que fale do assunto lido. Youtube, canais de TV dos devidos países, sempre há algo, especialmente se o assunto for o assunto do momento. Só escute, escute e escute, várias e repetidas vezes mas não se prenda em entender cada palavrinha, só escute e verás que a cada repetição uma ou duas palavras novas serão compreendidas, é uma experiência fantástica, como um mundo que se desvela lentamente.

4. Agora, dependendo do seu nível, procure exercícios de gramática online, o que não falta. Se você nunca estudou o assunto, procure uma explicação (em qualquer língua) antes de tentar o exercício. Se você já passou anos estudando a língua, talvez não seja necessário, pule para o exercício direto.

5. Pra finalizar, escolha uma canção na língua e escute...pegue a letra e tente cantar junto (hehe) e veja vocabulário e etc.


Enfim, there's a method to my madness, I think. Alguns princípios que me guiam:
1. Entre em contato com a língua autêntica, não com videos ou audios ou textos feitos para aprendizes.
2. Aprenda a língua em contexto, gramática, vocabulário, etc, aprenda em CONTEXTO, tal como é usado pelos nativos.
3. Não se agarre em ter que entender tudo, cada palavra. O principal é o contato com a língua e a aprendizagem por intuição e dedução. Não descarte o dicionário quando a palavra for fundamental para a compreensão do texto, mas também não fique agarrado nele.

Pronto...Método que não é puramente "meu", é uma compilação de tudo que acredito ter funcionado para mim nesses tantos anos de aprender e ensinar línguas e também um pouco de intuição a respeito.

Como disse, estou testando esse método com uma nova língua, o francês, para poder dizer se é algo que recomendaria para iniciantes. Claro, acho que entrar numa escola e ter um professor me ajudaria também, pois nisso tudo está faltando a INTERAÇÃO, mas no momento isso não é possível e mesmo se fosse, acho que é um bom complemento às aulas. E também tem o pequeno fato de que o francês é tão semelhante ao italiano e espanhol e português que não posso dizer estar começando do zero como se fosse mandarim, por exemplo.
Je vous dirai comment me va...