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sábado, 30 de março de 2013

3 birth dreams


For the record: 

Some months ago...after Cora was born, I dream I was pregnant again and suddenly I realized that I was in labor and the baby was about to come out...I saw her head slipping out and then her entire body, effortlessly, painlessly. I looked at her face and thought she looked like a baby whose name started with L and in the dream I thought of the name Lorena and Livia. I thought that's what she looked like.

Then I dreamt with another birth, I was in a large room with several other women also giving birth.  Joana was there with me, taking care of me and the baby was coming out effortlessly as well. I was lying on my side and could feel the baby making its way down and I remember thinking what a great position that was and how I could trust my body to do the right thing. Joana noticed that her head was coming out and shouted out to call the midwife (Melissa) but the midwife said that we still had time, it was ok, but I looked down and the baby's arms were out as well, so with my own hands I pulled it out, and I discovered it was a boy, and I was surprised and a bit apreheensive, worried that I didn't "know what to do with a boy" and thinking it strange that Cora would have a baby brother. He had curly black hair, and a little smushed up face...

Third dream, last night. I was approaching my due date and my OB was examining me and she did an exam on my belly button region and she said that I would need to have a c-section, because the vein there wasn't pulsing in a certain way. I was really disappointed and sad that I wouldn't be able to have a normal birth. She was also pregnant and was about to give birth as well, so she asked me to schedule my surgery a few days before her own, hers was going to be July 9 or 7th, don't remember too well, so I scheduled mine 2 days before hers. I was very sad remembering what it was like to go in for surgery, the needle in my hand, the feeling of having been opened up...

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pregnancy Brain Dream


Sonhei que havia um buraco na minha cabeça por onde saia meu cérebro, caindo na pia do banheiro em pedaços. Tentava resgatá-lo da pia mas ficava desintegrando e caindo pelo ralo. Vejo os pedaços do cérebro na minha mão, o sistema límbico, tal como estudei. Tudo é tão pequeno, borrachento e frágil! Fico preocupada se isso vai entupir a pia...
Olho para meu umbigo e vejo que ele se deslocou para perto do quadril direito e que está grande e distendido, como o mamilo, mas com textura de cérebro. Não estou entendendo mais nada!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

You're ok, right?

I dreamt with Ms. V.
It's been a while. 
The feeling is still with me and it fills me with wonder.

Tis like so:
I was at EAB, still a student there. I was frustrated because everybody I knew had already graduated and there I was...a senior because of numerous different things that had held me back. 
Ms. V had returned to work as a teacher there, but this time with her husband and her yet to be born child. She was really pregnant and so was I. She talked to me normally, as if we were friends, and counted on me to help her with several things. It was like she admired me. She asked me why I was still there, I told her and she sympathized with me. I was some sort of helper in her art classes because she trusted me and I was older than everyone else. 
I had to keep checking if I was really pregnant, sometimes it seemed to fade away and I couldn't remember if it was real or if it was just me wanting it to be real so that she could connect with me even more. 
Then she waited for me so that we could leave together and she invited me to her place. I felt so happy, but I was calm. Then she told me, as we walked through the front gates of the school, that she had a meeting with some people at the school, like a group of "elders" (except they aren't elders, it's just a group of other teachers or professionals) that she responded to because she had been assigned to take care of me when I was her student more than ten years ago. She told me she was going to meet with them to tell them how I was and she said...so, you're ok, right? It seems like it....I said yes and then went silent, thinking about how to explain to her how I really was. She asked what was the matter and I said I was waiting till we left the school so that I could tell her about it. We got into this weird sled type device she had that was shaped like a caterpillar or cocoon and she told me to get into it, that it was a lot of fun. It was propelled by our bodies and was able to go uphill with no problem. I thought it was amazing and told her she needed to take it back to Canada, it would be very useful. We turned into L2 and then grabbed the next "retorno". I asked her if it was correct, 209/210 and she said yes. 


That's it. 
I can't believe I dreamt with her like this. She's always been a powerful figure in my life - real life (my fantasized teenage version of her) and my dream life (ditto). But in my dream life things have progressed so that we are more like equals than before . Oh I miss her and this possibility we never had, for I was too young and too needy. I miss the art, I miss her sense of humor and the smell of the art room. I miss her initial admiration of my creativity...I miss having the artistic drive and that feeling of liberation when I set myself to draw, paint or photograph. I believed in myself and my vision. 
She believed in my vision, a feeling that is priceless and necessary for a child growing up, which is what I mostly still am. 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Le Metro


Sonhei que estava em Paris, ou Madrid, tentando pegar um metrô para o aeroporto...Tenho uns mapas e preciso entender que linha pegar e para fazer isso tenho que entender os dois mapas e juntar as informações. Está estranhamente difícil, os mapas não fazem sentido. Meu pai está comigo na mesa na praça de alimentação do aeroporto. Peço ajuda para um garçom em espanhol, ele diz algo que não ajuda em nada...

Fico olhando para os mapas, eu vou conseguir!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Sonho: Acordando


Acordo em um hospital. Deitada em uma cama branca, médicos e enfermeiros passam de lá para cá. Uma médica percebe que acordei e vem me dar um “contraste” para tomar. Aos poucos percebo que consigo ver minhas veias e artérias nos braços, alguns azuis, outros vermelhos. Estão procurando por algo, ou testando algo. Começo a investigar o que aconteceu e consigo deduzir que apaguei e me levaram ao hospital. Aos poucos vou conseguindo respostas, minha mãe está e me responde. Estou no hspital faz um mês, inconsciente. Começo a me apavorar com a história. Tem algo errado com meu sangue, estão tentando descobrir. Parece que estava “grosso” ou algo assim antes de desmaiar. Estão me tratando a um mês. Pergunto, e o Ez? Fico desesperada ao pensar que ele está a um mês sem saber se vou acordar ou não, como que ele estará? Ligo pra ele e ele não se contém de emoção de que sou eu no telefone, acordei! Eu começo a chorar também, meu bem, estou aqui, sou eu, sou eu. Ele me diz que viu que sem mim não tem sentido na vida dele, que ele passou as ultimas semanas bebendo todas com os amigos, perdido, se acabando. Na tela da minha mente passam imagens, tipo fotos, dele nessas festas e completamente bêbado. Ele me implora perdão por ter parado de ir ao hospital me visitar, não agüentava mais me ver definhando na cama. Eu choro e  e digo que não tem problema, não estou magoada e peço para ele passar lá e me ver, porque ainda não posso sair.
De volta no hospital, estou ansiosa, querendo sair. Ando para lá e para cá, manchas roxas formam nas minhas pernas. A médica vem me examinar e acha estranho que só tem nas minhas pernas, isso aparentemente não é um bom sinal. Vários enfermeiros diferentes ficam me espetando com agulhas, ora para injetar, ora para tirar para exames. Todos me conhecem por ter passado o mês lá inconsciente e alguns se emocionam ao me ver acordada, queriam me conhecer. Insisto em saber o que está acontecendo comigo mas ninguém diz nada, só dizem que tem a ver com meu sangue. Me pergunto se ainda corro risco de apagar novamente e deduzo que os sintomas apareceram antes de parar no hosptial, com os cansaços estranhos e falta de energia que vinha sentindo.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Not That Chained up Little Person 2


Gritei também com você, P, na sua versão do meu pesadelo recorrente.
Fase de sonhos exorcizantes.
Antes você falava, apontava, sussurava e eu não podia te olhar, cabeça baixa e o medo enorme.

Hoje eu gritei e te mandei pra PQP, isso mesmo.
Você numa assembléia evangélica me vê a mil metros de distância e fica indignada, como ouso aparecer na sua frente? Você grita, me xinga, me humilha  e me acusa de estar dando em cima do namorado de nao sei quem...e eu me viro e te olho nos olhos.
P, VAI PRA PUTA QUE TE PARIU!
E continuo o meu caminho.
Você não se satisfaz e me persegue mais ainda.
O pastor da tua igreja me puxa para a reunião onde todos apontam e condenam.
Jogo um copo de água de raiva na platéia mas me arrependo e peço desculpas, não foi a intenção. O pastor me perdoa e diz que isso é uma atitude muito nobre e que sou uma pessoa boa e me deixa ir embora.
Continuo o meu caminho...
Você corre atrás de mim e agora pega na minha mão, segura nela e pede para conversar.
Você finalmente quer conversar comigo e diz que confia em mim, que tenho muita intuição.
Eu paro e concordo em te deixar tentar conversar comigo, quem sabe agora realmente conversamos.
Você diz, chorando, que quer resolver isso entre a gente, que não aguenta mais
que gosta muito de mim
e eu começo a falar
P, o que eu quero que você entenda, por favor, é que o que aconteceu com você e o F foi algo único em minha vida. Não tenho a intenção de ficar te machucando, não tenho nada contra você.
Eu errei, errei muito, te machuquei, me machuquei também, muito...
...

Finalmente me perdoei.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Not That Chained up Little Person...

Oh, now go! Walk out the door! 
Just turn around now, 
cuz you're not welcome anymore...
Now I'm saving all my lovin'
for someone who's lovin' me! 



Te expulsei do meu sonho.


E como foi bom!


Gritei, gritei e gritei como não fiz quando tantas vezes quis. Acordei com a garganta de quem realmente gritou, strained.

Impus limites e te mandei OUT, com mala e tudo. 
Com cara feia, 
com chantagens, 
com ameaças.


Vi o ridículo de tudo que me prendia a você.
Quantos anos e meses se passarem e nos meus sonhos você entrava como quem era dono e violentava tudo que eu sentia haver construido. 


Acabei com a invasão, finalmente, pois nem nos meus sonhos você tem vez.

domingo, 8 de agosto de 2010

A gente não some...

É bom quando um sonho te marca profundamente e te toca na alma...esse sonho foi assim e acordei com um novo senso do que é essa vida...



Sonhei que eu morri e estava em um lugar onde me dão o nome de uma pessoa que devo procurar, pois ele cuida dos recém-desencarnados. Eu ainda estou na dúvida no sonho se morri mesmo ou se estou sonhando, mas cada vez mais vai se confirmando que realmente estou do outro lado. Caio em prantos quando penso que aconteceu mesmo e não tem volta, quando lembro de todo mundo desse lado de cá que não posso ver e como devem estar? Mas sigo para achar esse cara, sigo uma trilha que vai em meio a gramados e árvores bem bonitas e chego nesse outro lugar e pergunto por "Iron?" algo assim...Olham pra mim e compreendem, "ah sim, acabou de desencarnar", estou com o rosto manchado de lágrimas. Ele está numa escrivaninha trabalhando e me levam até ele. Eu digo, "mandaram eu te procurar..." E ele, ah sim. Ele me junta com outra menina que também é recém chegada e vamos ao nosso quarto dormir. A essa altura eu me dou conta que com certeza morri, não é um sonho, começo a chorar de novo. Penso que devo ser muito apegada ao mundo material para chorar assim, mas me dou conta que não é tanto pelo mundo, mas pelas pessoas e me dou conta também que posso sentir o sofrimento delas por mim e isso me faz chorar mais ainda. Entendo o que diziam de que o desespero dos que ficam pra trás atrapalha a adaptação do novo desencarnado. Vou ter que achar um jeito de mandar alguma mensagem pra que todos fiquem mais sossegados.
Apareço para minha mãe rapidamente e enquanto vou desaparecendo peço a ela, "Fala pro Ezequiel, fala pra ele que a gente não some! Fala que amo muito ele!"

sábado, 10 de julho de 2010

Filhas, gatos e tangerinas

Minha filha surgiu de novo nos meus sonhos.
Dessa vez eu tive que abrir mão dela para uma outra menina, eu só servi parar gestá-la. Me deixam segurá-la e dou de mamar, surpresa que tenho leite. Ela mama sem problemas e sinto uma emoção tremenda, ela é linda e mama olhando para mim, olhos redondos, azuis e intensos. Quando termina ela vira uma Barbie e tenho que devolvê-la a mãe de verdade com muito pesar.

Devido à insitência desse tema na minha vida onírica, decidi desenterrar mais alguns...

Eu estava grávida e dei a luz a 5 gêmeos. Estava apaixonada por eles...mas algo acontece, estou na cidade, fazendo alguma coisa e acontece um incidente violento/crime comigo no meio do caminho e fica difícil voltar para casa. Estou desesperada por causa dos meus filhos. Consigo voltar e começo a pensar no tanto de gente que ainda precisa conhecer meus filhos...Me sinto cheia de sentido na vida, 5 crianças dependem de mim.

Estava dando à luz e eram gêmeas! Mas de repente o sonho fica distorcido e os bebês são gatinhos, gatinhos pretos e são muitos! Tenho dificuldade de cuidar de todos pois eles já caminham e vão pra tudo quanto é lugar.

Estava na casa do meu pai, no campo, na montanha e estávamos tendo uma reunião de família, só que por parte da minha mãe (eles ainda estavam juntos). Antes da grande ceia de alguma coisa (Natal?) saí para correr pela montanha cheia de prados verde, de modo que não dava para ver além da próxima subida. Corri e corri e corri muito e não me cansava. Fiquei admirada com minha forma física...Nem meus músculos doíam! Na volta, estou carregando um gatinho filhote (não sei de onde saiu) e continuo correndo carregando ele...só que ela vira um filhote de cachorro numa história muito bizarra. Nop meio da corrida passo por um carro-forte que está transportando prisioneiros de guerra, negors. Eles tem que entrar no carro para prosseguir a viagem. um deles tem um cachorro e quando ele vai pegá-lo no colo, um guarda atira e mata o cachorro. O homem fica desesperado de tristeza, o cachorro era o melhor amigo dele. Um outro prisioneiro, vendo o que aconteceu, corre atrás do filhote dele, para que não seja morto também. O guarda atira e atinge o outro cão, o homem continua correndo e pega o filhote nos braços e recebe o segundo tiro do guarda. Ele cai e me pede para cuidar do filhote dele. Ele é largada na estrada, morto. O carro vai embora. pego o cachorrinho ferido e continuo a correr. Agora tenho uma missão, salvar o cachorro! Corro e corro e corro e ele se mexe, tentando sair, o que eu interpreto como um bom sinal, pois ele não está tão ferido assim. Finalmente ele dorme e quando chego na casa, ele é novamente o tal do gatinho preto. Solto ele no jardim para se esquentar no sol e a Laisa está lá brincando com seu cachorro, correndo para lá e para cá. Começa uma chuva torrencial, alagando tudo, e peço pra Laisa pegar o gato para ele não se afogar. ela pega e me dá, continua correndo para lá e para cá com o cachorro atrás dela e com água até o tornozelo. Entro, coloco o  gato numa toalha para secar...vou par ao outro quarto com sol, abro a toalha e o gato vira uma tangerina que está desintegrando, seus gomos estão despedaçando de tão secos. Penso que essa tangerina é minha responsabilidade, ela foi confiada a mim e devo fazer de tudo para que ela fique bem! Junto os pedaços num papel.

Estou grávida e dou à luz a um menino. Ele fica no berçário, quase não o vejo. Acho estranho, porque não me sinto realmente "mãe". Vou levá-lo para casa, ele vai no meu colo enquanto dirijo. Quando paro o carro olho para ele direito - eu penso: "tem bom tônus", enquanto ele se mexe, incomodado. Dentro de casa todo mundo quer ver, segurar. O bebê vira um gato persa, igual à Molly, só que macho Fico preocupada com a reação dela mas eles se dão muito bem, se enroscam. Fico com medo deles estarem atraídos sexualmente. Falo para minha mãe e la diz que não tem problema porque a Molly é castrada.

e etcetera, etcetera, etcetera!!

sábado, 8 de maio de 2010

Something to Seriously Consider



"The stomach always knows what it wants, it's quite amazing like that." - in a previous post not too far away

Quando escrevi "one enormous run-on for you", nao imaginava que estava tao perto de profetizar a magnitude dos poderes estomacais de expressao. A Grandileza, or Muchness, de seus poderes, como diria o Chapeleiro de Alice. O estomago bufou feito um vulcao quinta feira, uma insurgencia espetacular de acidez e ardencia. De acordo com a medica, gastroenterite. Espero que sim, pois de acordo com o Wikipedia, dura de 1 a 3 dias, e hoje e dia numero 3.

No centro pedi um passe, pois sentia a dor delineando os contornos do meu pequeno estomago. Deitei na maca e pensei comigo mesma, "se eu pudesse ver alguma coisa, estaria todo vermelho". Tomei o passe e ele me disse, "Tava todo vermelho, como em carne viva, agora esta rosa" e acrescentou "me explicaram que tem a ver com seu estado emocional e aplicaram algo a sua fronte, para equilibrar algo algo e algo" (que nao lembro direito). Pra cuidar da alimentaçao, especialmente!
Okay, sim senhores. De repente me senti como essas jovens businesswomen de 30 e tantos anos de terninho e uma pasta executiva, falando em dois celulares ao mesmo tempo, que se consome em uma ulcera fulminante. De repente, sou essa pessoa? De repente o estresse do mundo de negocios feroz virou meu estresse?

...

Graaande silencio. Something to seriously consider.
I want my muchness in ways other than illness, I pray thee.

Ah!

E nesse exato momento, lembrei do meu sonho, aquele que me fugiu o dia todo.
Estava num grupo que planejava umas Olimpiadas, mas era muito tosco e mal-feito, pois eramos um grupo de jovens e fizemos o possivel. Inventamos tudo, as coreografias, as fantasias, as danças, etc...So que acaba a nossa Olimpiada e os proximos sao a Finlandia que chega com aquele profissionalismo todo que realmente sao as Olimpiadas, estaturas nordicas, danças no gelo e fantasias elegantes na apresentaçao de abertura...Ficamos olhando, impressionados, no topo de uma montanha onde acontece tudo e onde fica nossa "escola", que e de internato, moramos la. Eu estou indo embora e decido adotar um coelho que e enorme e meio mutilado e aleijado, pois ele foi cortado na metade e juntado novamente, so que ficou mais curto que o normal e mais pernudo que o normal, entao ele nao consegue se movimentar muito bem, mas ele e muito simpatico. Sinto um amor enorme por ele, um carinho maternal instantaneo. Vou leva-lo comigo, mas ai me dou conta que nao posso levar esse coelho aleijado comigo, pois ninguem vai aceita-lo em casa, nao vou ter ajuda nem apoio para cuidar dele. Tenho que abandona-lo. Chorando, vou embora.

Hoje nao quero parar de escrever...mesmo virando essa coisa solta assim e nada nada editado nem bem elaborado. Nada de espertezas nem tecnica. O teclado nao tem nem acentos, entao francamente, o decoro foi-se faz tempo.
Ainda estou em recuperacao da tal "gastroenterite" e ja sinto sono profundo as 8 e tantas num sabado a noite. Um leve febrilamento que me segue desde ontem mas nada que seja febre febre. Lembro de 2a feira de clientes e atendimento e negocios e pessoas irritadas e sinto o estomago queimar um pouco mais. Parece que quer chorar, se pudesse. Nao me faça voltarrrr, noooooo! Eu olho pra ele e olho pra mim e me pergunto, havera lugar para nos nesse mundao de meu deus? Preciso achar, preciso desse lugar, ou melhor, preciso acreditar que isso exista, pois desse jeito nao da, nao vale a pena, nao e vida. Nao e a minha vida.
Algumas pessoas (leia-se, mae, leia-se, todas as pessoas que operam como ela) dizem, haha, grande coisa voce ficar nervosa, bem-vinda ao mundo!
O cinismo tem o mesmo gosto de buscopam, ou para ser mais adequada ao meu novo contexto, a gotas de dipirona pingados um por um, por um...ate 4o. Nao sei o que eu vi naquele coelho que me fez leva-lo, e depois o que me fez chorar. Porque e tao dificil se sentir adequado ou sentir o mundo adequado? Porque nao ha lugar para um coelho que pula engracado e de tao feio e bonito?
E mais importante que isso, o que esta acontecendo que pessoas precisam cortar coelhos ao meio?
Something to seriously consider...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sonho: Quartos fenomenológicos

Sonho du jour, dedicado aos meus queridos Ezequiel e Naty

Observo de um prédio em alguma cidade litorânea o mar em ressaca e ondas que invadem as ruas - violentas, repetitivas. Os carros começam a virar com sua força.
Digo para uma colega (Nicole) que está comigo:
-se prepare, porque a UnB vai alagar total...primeiro o subsolo, depois o térreo!
Como quem diz com voz de experiência, "vai se acostumando!"
Estou hipnotizada, assistindo às ondas virando os carros.
change of scenario
Estou passando por umas salas junto com algumas pessoas e passamos por uma sala onde alguém anuncia "Esse é o quarto da existência" e na hora eu capto o que ele quis dizer e complemento:
-Porque aqui os objetos têm sentido para a consciência que as percebem!
Percebo que isso faz do quarto anterior o quarto da essência, e sorrio ao me dar conta que realmente entendo a essência da fenomenologia e acho simplesmente genial.

Que tal?